Homenagem aos 241 anos da Noiva da Colina
por Jahyra Boucault Arruda
Crepúsculo...Saudade...
A natureza espreita
Os derradeiros tons da tarde que agoniza
Em rosa e ouro, o sol calmo se deita
E da noite, o langor
lentamente desliza
Um sonho malogrado,
Uma ilusão desfeita
Um céu crepuscular...
Recorda e simboliza.
...E a alma que ama e sofre,
indiferente aceita
O pranto da saudade,
A dor que martiriza.
Sombra crepuscular,
Piracicaba
Como és doce.
Embalando a minha alma
Assim como se fosse
a boneca querida dos tempos de menina!
Adoro-te Cidade
Hospitaleira e bela
De manhãs de sol envoltas na neblina
De áureos crepúsculos
e noites de opalina.
Meus versos...eu te dou
Cantando os teus primores
Nas tuas belas tardes
Noiva da Colina!